Meu Canto
AD

Adair de Freitas
Tom: N/A
Intro: G D7 G G Meu canto não conhece desencanto Vem peleando a tanto tempo mas não D7 cansa de pelear Hoje já se ouve a ressonância Dessa voz de peão de estância G conquistando seu lugar Meu canto, se quiser eu te ofereço Pois ninguém me bota preço quando C não quero cantar G Meu canto, companheiro, não se ilude D7 É como um cavalo de muda que cansou G de cabrestear D7 (Meu canto tem cheiro de terra e G pampaD7 É um andejo que se acampa tendo o G mundo por galpão C G Grita pra que o mundo inteiro ouça D7 É raiz de muita força rebrotando G deste chão) G Meu canto, não é mágoa, não é pranto Nem passado, nem futuro, que o D7 presente é mais verdade Hoje o amanhã não me fascina Tenho o ontem que me ensina mas não G vivo de saudade Canto nesta terra onde me planto Mas não pise no meu poncho que eu C empaco e me boleio G Canto pra pedir mais igualdade D7 Quem não gosta da verdade que se G aparte do rodeio G Canto, e minha voz quando levanto Não traz ódio nem maldade coisas que D7 não sei sentir Não que seja mais que qualquer outro Nem mais taura, nem mais potro, se G disser eu vou mentir Peço pra quem julga e dá conceito Que esqueça o preconceito e me C aceite como sou G Manso como água de cacimba, D7 Mas palanque que não timbra porque G o tempo enraizou
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